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Apelido: MAJ
Idade: 20 anos
Email: mariana.maj@gmail.com
Humor, Cinema, Política, Música, Cotidiano e Entretenimento.
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Sexta-feira, Outubro 29, 2004
certo... vamos falar um pouco sobre respeito então, não é mesmo ?? eu simplesmente já estou de saco cheio da falta de respeito das pessoas.... eu não estou obrigando todo mundo aí a aceitar tudo na vida não... mas bem que poderia haver respeito pra tudo na vida não é ?? tem algum homofóbico aqui ?? algum anti petista ? pois bem... eu não quero que vocês aceitem a minha opinião.. eu quero que vocês RESPEITEM a minha opinião.... acho que o mundo seria um lugar bem melhor se todos fizessem isso não é ? eu adotei uma nova teoria pra mim já faz algum tempo, que é a de não falar mal das coisas que os outros gostam da frente deles... isso se chama respeitar... eu poderia sair falando mal aqui de todos os religiosos, todos os membros do psdb, todos os membros do pfl, um monte de coisas... mas eu não faço porque eu gosto de respeitar as pessoas... eu não aceito, mas respeito ! deu pra pegar o raciocínio ??? deixe as pessoas viverem do jeito que elas bem entenderem... seria muito mais fácil.... mas as pessoas só reclamam e não fazem nada pra mudar... eu pelo menos sei que estou fazendo a minha parte, respeitando os outros.... e você aí ??? tá fazendo alguma coisa ???
posted by MAJ
21:30
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Quarta-feira, Outubro 20, 2004
Exorcista, o início
O Padre Lankester Merrin (STELLAN SKARSGÅRD) acredita que teve uma visão da face do Mal. Nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, Merrin é assombrado incessantemente pelas lembranças da brutalidade inominável perpetrada contra o povo inocente de sua paróquia. Em função de tudo o que viu, tanto a sua fé na humanidade quanto no Todo Poderoso o abandonaram. Ele não pode mais se considerar um homem de Deus.
Merrin viajou para bem longe de sua terra natal, a Holanda, numa tentativa desesperada de fugir dos horrores que ali presenciou. Ao viajar pelo Cairo, é abordado por um colecionador de antiguidades raras que o convida a juntar-se a uma escavação arqueológica promovida pelo governo inglês na remota região de Turkana, no Quênia. Eles desenterraram uma igreja cristã bizantina em estado inexplicavelmente original - como se tivesse sido soterrada no dia em que foi concluída sua construção. O colecionador quer que Merrin, arqueólogo formado em Oxford, encontre uma relíquia escondida na igreja antes que os ingleses a descubram.
Mas, por trás da igreja, algo bem mais antigo repousa, à espera de ser despertado. A loucura toma conta dos habitantes do lugar e do contingente de soldados ingleses enviados para guardar a escavação. Merrin assiste impotente às atrocidades da guerra , que se repetem contra outro povo inocente - atrocidades que ele rezara para nunca voltar a ver. O sangue de inocentes flui livremente na planície africana e o terror apenas começou.
No lugar onde nasceu o Mal, Merrin finalmente verá a sua verdadeira face.
posted by MAJ
17:18
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Quarta-feira, Outubro 06, 2004
Fahrenheit 9/11 e os obscuros bastidores do governo Bush
Pesquisa realizada em vários países, que supostamente mantêm boas relações com os Estados Unidos, revelou que a população da maioria deles prefere Kerry a Bush na corrida presidencial para a Casa Branca. Pela mesma enquete, toma-se conhecimento de que a maior parte da população norte-americana não está nem aí para a opinião do resto do mundo.
Essa é uma das grandes ironias do atual sistema político mundial. Como única superpotência do planeta, os Estados Unidos interferem, direta ou indiretamente, na vida de todos os seres humanos. Mas apenas uma parcela dos estadunidenses - aquela que comparece às urnas no dia da eleição - escolhe o nome do homem que deverá conduzir os destinos desse império. E mesmo esse direito é altamente desrespeitado, como se verificou nas últimas eleições, quando a vontade da maioria dos eleitores foi contrariada pelas regras de um processo eleitoral antiquado e antidemocrático.
Todas essas distorções se exacerbam graças à desinformação e ao apoliticismo da maior parte da população norte-americana. Apesar do desastre que tem sido a ocupação militar do Iraque, Bush ainda está à frente de Kerry nas pesquisas de opinião. Mas a assustadora unanimidade que se seguiu ao atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 já está ficando para trás. Exemplo disso é o filme Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, ganhador da Palma de Ouro de Cannes em 2004 e ovacionado de pé, durante 20 minutos, na maior demonstração de apoio já registrada na história do Festival.
Com seu ritmo ágil e humor cáustico, Moore mostra como as contestações que envolveram a eleição de Bush e as gafes de seu primeiro período de governo foram imediatamente esquecidas diante dos dois aviões que puseram abaixo as torres gêmeas do World Trade Center. Traz a público as bilionárias conexões entre Bush e a família Bin Laden e a realeza saudita. Revela como, a despeito de quinze dos dezenove terroristas de 11 de setembro terem nascido na Arábia, o governo deixou de investigar as possíveis ramificações sauditas do atentado e da rede Al Qaeda e, sem a menor justificativa, colocou o Iraque no centro da mira. E denuncia a máquina propagandística que mantém a nação em permanente estado de medo e a fez engolir o chamado Ato Patriótico, uma brutal violação dos direitos civis assegurados pela legislação norte-americana.
Fatos documentados por Moore em seu filme
É interessante destacar alguns fatos documentados por Michael Moore em seu filme:
- Quando todas as evidências apontavam a vantagem de Al Gore nas eleições presidenciais, a rede Fox, cuja cobertura eleitoral era comandada por John Ellis, primo de Bush, proclamou o então governador do Texas vencedor. Em alguns minutos, todas as demais redes do país seguiram a Fox e atribuíram a George W. Bush uma vitória que de forma alguma estava decidida. Ellis admitiu ter mantido diversos contatos telefônicos com George e seu irmão Jeb, o governador da Flórida, durante as apurações.
- No dia da posse, contestando um "resultado eleitoral" que qualificavam como "roubo", dezenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas de Washington e atacaram com ovos a limusine de Bush.
- Nos oito meses seguintes, o índice de aceitação de Bush caiu de 52% para 45%.
- Segundo o jornal Washington Post, durante esses oito meses, Bush passou 42% do tempo de férias.
- Quando ocorreu o ataque de 11 de setembro, Bush visitava uma escola primária na Flórida. Embora soubesse que o Word Trade Center era um alvo preferencial da rede Al Qaeda e que Osama bin Laden planejava utilizar aviões seqüestrados em seus ataques, o presidente não ligou uma coisa à outra quando foi informado do choque de uma grande aeronave comercial contra a primeira torre. Mais tarde, um assessor entrou na sala de aula onde ele se encontrava e cochichou em seu ouvido: 'Um segundo avião atingiu a outra torre. A América está sob ataque'. Aparvalhado, Bush não esboçou nenhuma reação e continuou lendo para as crianças um livro infantil. Cerca de sete minutos se passaram sem que ninguém fizesse nada e quase meia hora até que o homem considerado o mais poderoso do mundo finalmente deixasse a escola.
- Nos dias que se seguiram ao atentado, todo o tráfego aéreo comercial e privado foi interrompido nos Estados Unidos. Mas a Casa Branca aprovou planos para que a família Bin Laden e outros potentados sauditas pudessem voar em segurança para fora do país. Pelo menos seis jatos privados e aproximadamente duas dúzias de aviões comerciais foram utilizados nessa operação.
- Embora apontado pela imprensa como a "ovelha negra da família", a relação de Osama com os demais Bin Laden não era tão frágil assim. Em 2001, quando um de seus filhos casou no Afeganistão, vários parentes compareceram à festa. Qual o interesse de Bush em proteger os familiares do inimigo número um dos Estados Unidos?
- Em 2004, a Casa Branca liberou documentos destinados a contestar as acusações de que Bush driblara o serviço militar durante os anos 1970. O nome de um de seus companheiros de farda foi grosseiramente riscado da lista. Trata-se de James R. Bath. Amigo íntimo de Bush desde a juventude, Bath foi nada menos do que o representante dos interesses econômicos da família Bin Laden no Texas. Nessa condição, investiu, nas fracassadas empresas petrolíferas comandadas pelo amigo, dinheiro grosso do segundo grupo mais rico da Arábia Saudita.
- Porém as conexões não param por aí. Movimentando negócios da ordem de 18 bilhões de dólares, o Carlyle Group é uma das maiores firmas privadas do mundo, com pesados investimentos em atividades reguladas pelo governo norte-americano, como telecomunicações e defesa. Tanto a família Bin Laden quanto a família Bush e vários de seus amigos e associados são vinculados ao Carlyle, que se especializou em comprar empresas do ramo de defesa e duplicar, triplicar ou até quadruplicar o seu valor. Como participante da cúpula do grupo, George Bush pai vinha mantendo estreito relacionamento com os Bin Laden e os membros da realeza saudita.
- Na manhã do dia 11 de setembro de 2001, o Carlyle Group realizava sua conferência anual de investidores no Ritz Carlton Hotel de Washington. Shafiq bin Laden, meio-irmão de Osama, encontrava-se na capital norte-americana para cuidar dos interesses da família no grupo. Presente ao evento, George Bush pai deixou o Ritz pouco antes de o primeiro avião atingir o World Trade Center.
- A Casa Branca censurou 28 páginas do relatório elaborado pelo Congresso norte-americano acerca do atentado de 11 de setembro.
- Mais de 500 familiares das vítimas de 11 de setembro processaram a realeza saudita pelos danos sofridos no atentado. A pessoa contratada para defender os interesses sauditas contra os familiares das vítimas foi James A. Baker, um advogado de confiança dos Bush.
- Com seu governo acusado pela Anistia Internacional por violações dos direitos humanos, os sauditas possuem, nos Estados Unidos, investimentos estimados por baixo em 860 bilhões de dólares - cerca de 6% a 7% do investimento global realizado no país. Citigroup, AOL e TimeWarner são algumas das empresas que possuem capital saudita.
- O príncipe Bandar, embaixador da Arábia Saudita nos Estados Unidos, é tão íntimo dos Bush que a família do presidente o chama afetuosamente de Bandar Bush. Freqüentador habitual do rancho do presidente no Texas, ele o presenteou, no ano passado, com um quadro do pintor novecentista norte-americano C.M.Russel, avaliado em um milhão de dólares. Duas noites depois do atentado de 11 de setembro, o presidente o convidou para um jantar privado na Casa Branca.
Michael Moore vai em frente, explorando conexões cada vez mais sinistras, como as que existiriam em torno da construção do oleoduto do Afeganistão, envolvendo o antigo regime do Taliban, a bilionária e fraudulenta Enron, a empresa Halliburton do vice-presidente norte-americano Dich Cheney e o atual presidente afegão Hamid Karzai, conduzido ao poder após a ocupação militar do país. Seu filme não pode deixar de ser visto por quem deseja ter ao menos um vislumbre dos tenebrosos bastidores da administração Bush e entender os interesses pessoais que impulsionam sua belicosa política externa. Uma descrição detalhada dos fatos tratados em Fahrenheit 9/11 pode ser lida em http://www.michaelmoore.com/warroom/f911notes/index.php?id=16
posted by MAJ
21:57
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Segunda-feira, Outubro 04, 2004
nossa cara... será que é sõ comigo que é tão complicado conseguir sair da minha cidade pra ir ver amigos que moram em outro lugar ?? qual é ? onde eu tenho mais amigo é em são paulo capital.. e eu sou completamente louca por aquela cidade... são apenas 228km de distância dessa merda de lugar que é são carlos... será que a minha mãe não poderia deixar eu ir, pelo menos de vez em quando pra lá, pra eu poder ver os meus amigos e passar um tempo agradável com eles ?? não acho que seja tão difícil assim.... o que rola é que a minha mãe tem medo de são paulo.. é medo da violência... ah.. vai se fuder né ? quem ve pensa que eu vo sair por aí com um milhão de cordões de ouro no pescoço... se forem me roubar, vão roubar o que de mim ?? no máximo r$20.00 q eu vou ter na carteira e o meu celular... quem sabe até um dos meus all stars sujos.. mas esse eu duvido... qualquer um compra um all star hoje em dia.
mas escutem o que eu digo.. eu ainda vou me mudar pra são paulo viu... demore o que demorar, mas eu não vou morrer nessa merda de cidade nem a pau... aqui o povo é muito da roça, cabecinha fechada.... detesto gente assim.... alguém me tire daqui, por favor ???
posted by MAJ
19:56

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